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	<title>Leoweb -  Web designer</title>
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		<title>Surgem os primeiros ataques contra redes IPv6</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bill Cerveny]]></category>
		<category><![CDATA[Computer World]]></category>
		<category><![CDATA[IP]]></category>
		<category><![CDATA[Neal Quinn]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com um relatório publicado pela empresa de segurança Arbor, cibercriminosos começaram a lançar ataques de DDoS e contra as redes que transmitem dados em IPv6 (Internet Protocol versão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com um relatório publicado pela empresa de segurança Arbor, cibercriminosos começaram a lançar ataques de DDoS e contra as redes que transmitem dados em IPv6 (Internet Protocol versão 6). A primeira vez em que ataques DDoS contra  rede IPv6 foram registrado foi no ano passado. &#8220;Tais incidentes continuam a ser raros,  porque não são economicamente relevantes para os criminosos da Internet&#8221;,  disse Bill Cerveny, engenheiro de software-sênior de garantia da  qualidade a Arbor.</p>
<p>Algumas empresas projetam aumento de mais de 100% em seus volumes de  tráfego IPv6 ao longo dos próximos 12 meses, mas as mudanças serão  insignificantes em comparação com o volume de tráfego em geral. A maioria das organizações continua relutante em mudar para a nova  versão do protocolo IP, pois a segurança da rede existente e  equipamentos de análise de tráfego não são totalmente compatíveis com  ele.</p>
<p>Sessenta e cinco por cento dos entrevistados pela pesquisa da Arbor  disseram que sua principal preocupação é a falta de paridade de recursos  entre IPv4 e IPv6, enquanto 60% expressaram preocupações de que não  podem analisar adequadamente o tráfego IPv6.</p>
<p><strong>Recursos iguais</strong></p>
<p>&#8220;Muitas soluções de  infra-estrutura atualmente não oferecem os mesmos recursos e  funcionalidades para o IPv6 como para IPv4&#8243;, disse Cerveny. &#8220;Isso  significa que as equipes de segurança não têm a mesma visibilidade e  capacidade de mitigação quando se tenta identificar e bloquear ataques  contra alvos baseados em IPv6&#8243;.</p>
<p>&#8220;Nós vemos ataques IPv6 como uma  ameaça emergente&#8221;, disse Neal Quinn, vice-presidente de operações da  Prolexic. Quinn acredita que a maioria dos atuais ataques DDoS contra  IPv6 são testes realizados por prováveis ​​criadores de malware que  querem estar preparados quando grandes provedores começarem a mudar seus  assinantes para o IPv6.</p>
<p>A Prolexic está investigando quais problemas poderiam surgir em  roteadores que suportam IPv6 e IPv4, porque isso será cada vez mais  importante conforme as empresas criem pontes entre redes com padrões  distintos.</p>
<p>&#8220;A questão de ter equipamentos de infra-estrutura com as mesmas  capacidades de se defender contra ataques IPv4 e IPv6 é fundamental&#8221;,  disse Cerveny. &#8220;Como o nosso estudo revelou, é fundamental que os  operadores de rede resolvam esta discrepância.&#8221;</p>
<p><em>Com informações de <a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2012/02/17/ipv6-surgem-primeiros-ataques-ddos-contra-redes/">Computer World</a></em></p>
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		<title>Mozilla vai mostrar Boot2Gecko no World Mobile Congress</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[BABOO]]></category>
		<category><![CDATA[Brendan Eich]]></category>
		<category><![CDATA[CTO]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile World Congress]]></category>

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		<description><![CDATA[A Mozilla vai entrar no mercado de sistema operacionais para smartphones, que já conta com iOS, Windows Phone, Android e BlackBerry OS. O sistema próprio da empresa é conhecido como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Mozilla vai entrar no mercado de sistema operacionais para smartphones, que já conta com iOS, Windows Phone, Android e BlackBerry OS. O sistema próprio da empresa é conhecido como Boot2Gecko (B2G).</p>
<p>Em resposta a uma pergunta feita pelo Twitter, Brendan Eich, CTO da Mozilla, disse que o sistema operacional será apresentado durante o Mobile World Congress, que começará no dia 27 de fevereiro em Barcelona.</p>
<p>O executivo afirmou que a Mozilla está trabalhando duro no Boot2Gecko. Além disso, o roadmap oficial mostra que o sistema operacional deve ser lançado no segundo trimestre deste ano.</p>
<p>Assim como o Firefox, o Boot2Gecko também tem seu código aberto.</p>
<p><em>Com informações de <a href="http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Mozilla-exibira-o-Boot2Gecko-no-World-Mobile-Congress_a44205_z396.aspx">BABOO</a></em> </p>
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		<title>Qt Labs apresenta substituto para qmake</title>
		<link>http://www.leoweb.com.br/qt-labs-apresenta-substituto-para-qmake/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[LGPL]]></category>
		<category><![CDATA[QML]]></category>
		<category><![CDATA[Qt Build Suite]]></category>
		<category><![CDATA[Qt Labs]]></category>

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		<description><![CDATA[Os desenvolvedores do Qt Labs introduziram uma versão experimental do Qt Build Suite, também chamado de “qbs”. O objetivo é que o software, eventualmente, substitua o qmake, que gera makefiles, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>Os desenvolvedores do Qt Labs introduziram uma versão experimental do Qt Build Suite, também chamado de “qbs”. O objetivo é que o software, eventualmente, substitua o qmake, que gera makefiles, e que, devido a sua gama de funções, possa construir ferramentas, como Ant e SCons.</p>
<p>A linguagem usada no qbs será uma forma simplificada do QML. O software usará o projeto de descrição de alto nível para criar um gráfico de dependência apropriado, que pode ser usado mais tarde por builds incrementais rápidos. Um teste de referência inicial mostra que o qbs é bem mais rápido do que o qmake.</p>
<p>Os desenvolvedores enfatizaram que o qbs ainda é considerado experimental e que o qmake continuará a ser a ferramenta escolhida para o desenvolvimento Qt. Quem quiser testar a novidade, pode fazer o <a href="http://qt.gitorious.org/qt-labs/qbs">download do código fonte a partir do Gitorious</a>. O Qt Build Suite está licenciado sob a LGPL.</p>
<p><em>Com informações de <a href="http://www.h-online.com/open/news/item/Qt-Labs-introduces-replacement-for-qmake-1436425.html">The H</a></em></p>
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		<title>Piwik 1.7 traz novos relatórios e melhoria na segurança</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A equipe de desenvolvimento do Piwik liberou a versão 1.7 do seu pacote de análises web open source, que traz melhorias de desempenho e adiciona uma série de novas funcionalidades, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A equipe de desenvolvimento do Piwik liberou a versão 1.7 do seu pacote de análises web open source, que traz melhorias de desempenho e adiciona uma série de novas funcionalidades, incluindo relatórios adicionais. </p>
<p>Entre eles está o &#8220;Loalty breaks&#8221;, que relata o número de visitantes baseado em quantas vezes eles visitaram um site. O relatório &#8220;Recency&#8221;, por sua vez, mostra quando um último usuário visitar um site em dias (ex.: um dia atrás). </p>
<p>Além disso, os novos relatórios &#8220;Visits until conversion&#8221; e &#8220;Days until conversion&#8221; foram adicionados para ajudar nos objetivos de monitoramento. Relatórios agendados agora podem incluir um resumo de &#8220;todos os websites&#8221; e, por padrão, relatórios de e-mail adicionam gráficos para determinadas métricas.</p>
<p>Mais detalhes sobre a grande atualização podem ser encontrados no <a href="http://piwik.org/blog/2012/02/7775/">anúncio oficial de lançamento</a>. A versão 1.7 do Piwik está disponível para <a href="http://piwik.org/blog/category/security/">download</a> a partir do site do projeto.</p>
<p><em>Com informações de <a href="http://under-linux.org/piwik-1-7-acrescenta-novos-relatorios-e-melhora-seguranca-4380/">Under-Linux</a></em></p>
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		<title>Strings literais puras no C++11</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Friedl Texto]]></category>
		<category><![CDATA[Kleper Se]]></category>
		<category><![CDATA[Mastering Regular Expressions]]></category>
		<category><![CDATA[Visual Studio]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora que tenho um sistema funcional capaz de compilar tanto expressões regulares quanto strings literais puras, é hora de mostrar a você como simplificar mais ainda os exemplos tratados aqui. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que tenho um sistema funcional capaz de compilar tanto expressões regulares quanto strings literais puras, é hora de mostrar a você como simplificar mais ainda os exemplos tratados <a href="http://imasters.com.br/artigo/23372/linguagens/trabalhando-com-expressoes-regulares-em-c11">aqui</a>.</p>
<p>Basicamente, uma string literal pura é um string na qual os caracteres de saída (como &#92;n &#92;t ou &#92;&#8221;) do C++ não são processados. Uma string literal pura começa com R&#8221;( e termina em in)&#8221;, vamos ver em um in um exemplo da diferença entre uma string normal e uma string pura em C++:</p>
<pre>#include &lt;iostream&gt;#include &lt;string&gt;

using namespace std;

int main(){    string normal_str="First line.&#92;nSecond line.&#92;nEnd of message.&#92;n";    string raw_str=R"(First line.&#92;nSecond line.&#92;nEnd of message.&#92;n)";    cout&lt;&lt;normal_str&lt;&lt;endl;    cout&lt;&lt;raw_str&lt;&lt;endl;    return(0);}</pre>
<p>normal_str será processado na hora da compilação, então você verá três linhas de texto e uma linha vazia. No caso da variável&nbsp; raw_str, que é uma string literal, o compilador não irá processar os caracteres de saída, então você verá uma única linha de texto com um conteúdo idêntico àquele que você tem no código fonte do C++.</p>
<p>Se você compilar e executar o código acima, salvo em um arquivo chamado&nbsp; “raw_string_00.cpp”, isto é o que você deve ver:</p>
<pre>sol@sol:~$ clang++ -std=c++0x -stdlib=libc++ raw_string_00.cppsol@sol:~$ ./a.outFirst line.Second line.End of message.

First line.&#92;nSecond line.&#92;nEnd of message.&#92;nsol@sol:~$</pre>
<p>Se você não tiver clang-3.1 and libc++ na sua máquina, você também pode compilar o código acima com g++-4.6. Nesse caso, você usaria esta linha para compilar o código:</p>
<pre>g++ -std=c++0x raw_string_00.cpp</pre>
<p><em>A parte acima não pode ser compilada com o Visual Studio 2010, que não oferece suporte para strings literais puras, quando da escrita deste artigo.</em> </p>
<p>Uma primeira aplicação do conceito de string pura é na simplificação da sintaxe das expressões regulares. O codificador pode colocar todo seu esforço em escrever uma expressão regular de acordo com o padrão ECMAScript e não em se certificar de que sua expressão regular será processada corretamente pelo compilador.</p>
<p>Pegue por exemplo a expressão regular usada <a href="http://imasters.com.br/imasters.com.br/artigo/23372/linguagens/trabalhando-com-expressoes-regulares-em-c11">neste artigo</a> para verificar se o input do usuário era um número inteiro. Sem strings puras é assim que o código deve ser (e se você quiser usá-lo com o VS 2010, deve mantê-lo desta maneira):</p>
<pre>regex integer("(&#92;&#92;+|-)?[[:digit:]]+");</pre>
<p>Usando uma string pura, podemos simplificar a parte do código acima, podemos retirar os caracteres de saída:</p>
<pre>string raw_pattern=R"((&#92;+|-)?[[:digit:]]+)";regex integer(raw_pattern);</pre>
<p>ou uma versão mais condensada:</p>
<pre>regex integer(R"((&#92;+|-)?[[:digit:]]+)");</pre>
<p>Um padrão para números correspondentes pode ser escrito desta maneira: </p>
<pre>...    string input;    regex rr(R"(((&#92;+|-)?[[:digit:]]+)(&#92;.(([[:digit:]]+)?))?((e|E)((&#92;+|-)?)[[:digit:]]+)?)");    cout&lt;&lt;"Give me a real number!"&lt;&lt;endl;    cin&gt;&gt;input;    if(regex_match(input,rr))      cout&lt;&lt;"float"&lt;&lt;endl;    else    {      cout&lt;&lt;"Invalid input"&lt;&lt;endl;    }...</pre>
<p>Para aqueles interessados em aprender a sintaxe do novo C++11, eu recomendo a leitura do <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0470932449/ref=as_li_tf_tl?ie=UTF8&amp;tag=solarianprogr-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=217145&amp;creative=399373&amp;creativeASIN=0470932449">Professional C++</a>, de M. Gregoire, N. A. Solter e S. J. Kleper:&nbsp;</p>
<p><img alt="" src="http://conteudo.imasters.com.br/23571/44631.jpg" /></p>
<p>Se você quiser aprender mais sobre expressões regulares, a melhor fonte no campo é o livro <a href="http://www.amazon.com/gp/product/0596528124/ref=as_li_tf_tl?ie=UTF8&amp;tag=solarianprogr-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=217145&amp;creative=399369&amp;creativeASIN=0596528124">Mastering Regular Expressions</a>, de Jeffrey E.F. Friedl: </p>
<p><img alt="" src="http://conteudo.imasters.com.br/23571/44632.jpg" /></p>
<p><em>⁂</em></p>
<p><em>Texto original disponível em <a href="http://solarianprogrammer.com/2011/10/16/cpp-11-raw-strings-literals-tutorial/">http://solarianprogrammer.com/2011/10/16/cpp-11-raw-strings-literals-tutorial/</a></em></p>
<p></p>
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		<item>
		<title>Deltacloud agora faz parte do Apache Top Level Project</title>
		<link>http://www.leoweb.com.br/deltacloud-agora-faz-parte-do-apache-top-level-project/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apache Libcloud]]></category>
		<category><![CDATA[Apache Licence]]></category>
		<category><![CDATA[Apache Software Foundation]]></category>
		<category><![CDATA[API]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto Apache Deltacloud, que vem sendo incubado no Apache desde que foi contribuído para o Apache, em maio de 2010, pelo Red Hat, se tornou oficialmente parte do Apache [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto <a href="http://deltacloud.apache.org/">Apache Deltacloud</a>, que vem sendo incubado no Apache desde que foi contribuído para o Apache, em maio de 2010, pelo Red Hat, se tornou oficialmente parte do Apache Top Level Project.&nbsp; </p>
<p>O Deltacloud é uma definição para uma API REST para interagir com provedores de serviços em nuvem. Ele também inclui implementações para um servidor de API para serviços populares em cloud, como Amazon, Eucalyptus, GoGrid, Microsoft, OpenStack e Rackspace. Além disso, há bibliotecas clientes para Ruby, C e C++.</p>
<p>Na verdade, o Deltacloud foi votado e elevado à categoria de projeto de alto nível em outubro de 2011. A razão de isso ter sido anunciado ontem não está clara, mas alguns projetos levam tempo para migrar sua infraestrutura para alto nível. </p>
<p>O Deltacloud é o segundo projeto de gerenciamento de API em nuvem a ser qualificado para o status de alto nível da Apache Software Foundation. Em maio de 2011, o <a href="http://libcloud.apache.org/">Apache Libcloud</a> conseguiu o feito. Ele é uma implementação baseada em Python de API common vendor-independent para serviços em nuvem. Ela usa múltiplos backends para traduzir sua API para um serviço alvo.</p>
<p>Esses dois projetos são algumas das tentativas de criar uma API padronizada para interagir com nuvens IaaS (Infrastructure-as-a-Service). Outras novidades incluem um serviço de barramento da Open Source Business Foundation, um guia IEEE e um padrão para portabilidade cloud, e uma iniciativa OASIS chamada TOSCA (Topology and Orchestration Specification for Cloud Applications). </p>
<p>O Deltacloud está disponível para download e para instalação <a href="http://deltacloud.apache.org/download.html">neste link</a> e é distribuído sob a Apache Licence 2.0.</p>
<p><em>Com informações de <a href="http://www.h-online.com/open/news/item/Deltacloud-becomes-an-Apache-Top-Level-Project-1436027.html">The H</a></em> </p>
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		<title>As mídias sociais têm muito mais graça do que apenas ler e ouvir</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brand Sense]]></category>
		<category><![CDATA[Gil Giardeli]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Lindstrom]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um final de semana, tirei um tempo para ler o livro Brand Sense, de Martin Lindstrom. Em uma determinada passagem, ele cita que menos de 6% das empresas listadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um final de semana, tirei um tempo para ler o livro Brand Sense, de Martin Lindstrom. Em uma determinada passagem, ele cita que menos de 6% das empresas listadas no Top 1.000, da revista Fortune, trabalham experiências sensoriais além da visão e da audição em suas campanhas.</p>
<p>Quando fui dormir, continuei com isso na cabeça. Fiquei imaginando como interagir com as pessoas nas mídias sociais, explorando o máximo das experiências sensoriais além do básico &#8211; assistir a vídeos e ler textos -, sendo que ainda existem outros sentidos (tato, olfato e paladar) que podem ser explorados. </p>
<p>Acontece que deficientes visuais, auditivos, ou com problemas de fala, ao sonharem durante a noite, acabam sentindo exatamente aquilo que lhes falta durante suas atividades diárias. Só para ilustrar isso: na mesma noite em que li o livro, tive um sonho estranho, no qual, ao comer algo inexplicável, consegui sentir exatamente o cheiro e o sabor de um melão. E isso nunca tinha acontecido antes. </p>
<p>Mas aonde eu quero chegar com isso? Quero dizer que os estímulos sensoriais que podemos causar nas redes sociais podem ir muito além do que um simples ler e ouvir. Podem estar nas possibilidades do “sentir”.</p>
<p>Gil Giardeli, especialista em redes sociais, diz com frequência em seus cursos e palestras: “esqueçam livros de negócios! Devemos ler livros de romance, pois mídias sociais são relacionamentos”. Acredito que todos que estão lendo este artigo, quando namoram, desejam que seus parceiros(as) sintam seu cheiro, o sabor do teu beijo, ou o toque das suas mãos.&nbsp; </p>
<p>Isso prova que as marcas que têm pretensão de se relacionar com seu público precisam transpor barreiras sensoriais, fazendo com que as experiências sejam penetrantes na vida, no momento e na mente do público-alvo. Minha dica é: estimulem, aproximem, entreguem, façam e promovam interação. Assim, certamente irão conquistar não só clientes, mas advogados defensores da marca. </p>
<p>As mídias sociais estão aí para serem exploradas em todo seu potencial. Inovar, pensar e fazer ações fora da caixa conta muito para surpreender positivamente aqueles que interagem com a sua marca no ambiente digital. Então, propicie experiências sensoriais únicas, criativas, relevantes e engajadoras para obterem sucesso ainda maior.</p>
<p>Desta máxima da retórica, que com certeza define bem o conceito de experiências do sentido: &#8220;Somos o que esperamos ser, comemos o que esperamos comer, bebemos o que esperamos beber&#8221;.</p>
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		<title>Open-Source na empresa: afinal, é possível?</title>
		<link>http://www.leoweb.com.br/open-source-na-empresa-afinal-e-possivel/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[Endian Firewall Community]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito se apregoa sobre o uso de soluções open-source no mundo comercial como sendo algo economicamente viável e sem problemas de vírus, entre outras vantagens. Pouca gente tem condições para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se apregoa sobre o uso de soluções open-source no mundo comercial como sendo algo economicamente viável e sem problemas de vírus, entre outras vantagens. Pouca gente tem condições para testar, avaliar e até mesmo defender o uso do open-source, seja por encarar como “perda de tempo”, seja por considerar que “soluções de mercado são mais fáceis de instalar e administrar”. Some a isso a falta de suporte “oficial” (a maioria recorre a fóruns e wikis), com o fato de o código-fonte estar disponível na Internet, e com o fato dos mais “nervosos” de plantão criarem uma celeuma, instalando o medo de usar aquela solução que parece (e muitas vezes é) tão boa.</p>
<p>Nem sempre soluções open-source baseadas em Linux são as mais indicadas, mas, hoje, muitas delas são oferecidas prontas, na forma de distros específicas para configuração de appliances.Permitindo, assim, a implantação muito rápida de praticamente qualquer coisa que se deseje. Vamos estudar alguns casos onde é possível implementar (e administrar) facilmente uma infraestrutura baseada em open-source para atender a qualquer necessidade de pequenas e médias empresas, com um investimento mínimo. Não entrarei em detalhes técnicos de configuração (howto’s), devido ao fato de que cada ambiente é único, e que a ideia é fomentar a experimentação dessas soluções &#8211; como eu fiz e tenho feito no dia-a-dia. Há bastante documentação nos fóruns dos desenvolvedores, basta procurar e adaptar.</p>
<h4>Telefonia</h4>
<p>O <a href="http://www.asterisk.org">Asterisk</a> é o líder inconteste das soluções VoIP open-source. A Digium, que criou o sistema para rodar em seu hardware, sustenta uma ampla comunidade de desenvolvimento e suporte e há cursos e treinamentos que, apesar de um pouco caros, oferecem as condições básicas para o profissional de TI mexer na plataforma. E até mesmo sem cursos formais! Quem se sentir confortável para aprender fuçando com os tutorias da Iternet e e-books sobre o assunto, pega o jeito. É fácil encontrar informação para setup e fóruns de discussão sobre todo tipo de problemas.</p>
<p>E o hardware? O Asterisk pode rodar na grande maioria dos hardwares x86 e x64 disponíveis no mercado (e até em máquinas mais velhinhas, desde que o número de ramais não seja elevado) e existem muitos fornecedores de placas FXO e FXS com preços relativamente baixos. Com um investimento inferior a R$5 mil, é possível montar um ótimo servidor Asterisk usando um bom processador com cache de pelo menos 4MB e um disco rígido SATA qualquer, uma placa E1 com DSP e cancelamento de eco, e um DDR E1, com 100 ramais e 30 canais – e isso é metade do valor de uma central de PABX comercial. E se a demanda não é massiva na telefonia, até uma plaquinha com processador embeeded, boot por flash drive e uma boa interface FXO para a linha telefônica convencional serve.</p>
<p>Mas quem precisa de hardware? Com o advento da Amazon no Brasil, ficou muito mais fácil ter um Asterisk – sem comprar hardware e sem esquentar os miolos para montar e instalar a coisa toda, pois existem AMIs específicas para subir seu Asterisk facilmente e em 90 segundos (existem AMIs da <a href="http://www.voxilla.org">Voxilla</a> prontinhas para subir um Asterisk, como o FreePBX e AsteriskNow). Após criar a instância, é necessário criar um Security Group com as portas para rodar o HTTP, SIP, SSH e os demais serviços necessários ao funcionamento do Asterisk. Um detalhe: já que é um PABX virtual e não tem o hardware DSP para o processamento de áudio e cancelamento de eco, o processamento de voz demanda muita CPU &#8211; pegue uma instância Small com 5 ECUs, se a demanda de telefonia for mais alta que um escritório comercial.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23616/44956.png" alt="" /><em>Tela de administração do FreePBX, disponível como AMI na Amazon Web Services.</em></p>
<p>Mas, se o Asterisk é virtualizado, como integrá-lo à rede telefônica pública? Existem provedores de serviços VoIP no Brasil que oferecem trunks SIP que já veem integrados à rede telefônica pública &#8211; com isso você não precisa de links mistos de voz e dados, placas FXO ou FXS, e pode integrar vários escritórios numa única plataforma convergente. Pode-se instalar ATAs, ou media gateways multicanais, nos escritórios e usar telefones comuns na infraestrutura VoIP – e o melhor, se houver a mudança de local a única coisa necessária é a internet funcionando no novo endereço. Pode-se, também, até oferecer o home-office aos colaboradores – eles podem atender os ramais onde estiverem porque estes se tornam portáteis.</p>
<p>E por falar em portabilidade de ramais, também é possível instalar o ramal do Asterisk na maioria dos smartphones modernos que rodam Android, Windows Phone ou iOS, e até tablets. Basta instalar soft-fones SIP clients nos mesmos. Não recomendo o uso em 3G, devido ao desempenho um tanto quanto insuficiente no Brasil, mas se houver Wi-Fi ao alcance, é certo que poderá utilizar seu ramal na lanchonete, num café, no aeroporto ou em qualquer lugar do mundo onde houver uma conexão wireless.</p>
<h4>Armazenamento de dados</h4>
<p>Quem não conhece o bom e velho Samba? Qualquer distro Linux pode incorporar um servidor de arquivos para usuários Windows com uns poucos cliques de mouse (ou toques de teclado, se usar o SSH). Mas e se você tivesse uma maneira de instalar rapidamente um servidor com tudo o que fosse necessário (e mais) para distribuir arquivos numa rede SoHo? Essa maneira existe, e se chama NAS (Network Acessible Storage).</p>
<p>Há fabricantes de NAS que incorporam em seu firmware um Linux embarcado em flash, e é bem fácil de instalá-los e administrá-los – basta acessar o IP do NAS via browser, como um roteador doméstico. Esses equipamentos permitem várias coisas além de simplesmente distribuir arquivos pela rede: teste dos HDs para verificar falhas, montagem de volumes em RAID ou strapped, integração com AD, servidor de impressão, backup em nuvem (MyCloudNAS, Amazon S3 e outros serviços do gênero).</p>
<p>É sempre prudente planejar uma estrutura mista de storage, com o NAS armazenando tudo localmente (alta disponibilidade) com backup failover em um serviço cloud como o S3 da Amazon (o que permite o restore em caso de perda do servidor por incêndio, roubo ou intempéries). Mas a um custo médio de R$5 mil nas versões mais simples de NAS comerciais, o risco compensa o investimento?</p>
<p>Faça o seguinte: compre um servidor barato, ou monte um com pelo menos uns 4GB de RAM e tudo onboard, mas com interface S-ATA RAID e instale o <a href="http://www.freenas.org">FreeNAS</a>, que é uma distro baseada em FreeBSD para você configurar seu próprio NAS. Ele não deve quase nada aos equipamentos comerciais. Compre um pendrive de 4GB de boa marca e instale o FreeNAS nesse pendrive “bootável” (prática recomendada pelo desenvolvedor da distro, pois a instalação “mata” o disco inteiro para ser instalada e não permite gerenciamento das partições), e libere os discos para o armazenamento dos seus arquivos.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23616/44958.png" alt="" /></p>
<p>O gerenciamento do FreeNAS é via browser, através do seu IP (ou se tiver um DNS na sua rede pode acessar pelo nome), sendo possível criar os volumes, os RAIDs ou straps, usuários, compartilhamentos e permissões de acesso (ele permite AFS para Apple, SMB para Windows e também compartilhamentos específicos para UNIX). Também é possível agendar os testes de SMART dos discos e monitorar se é necessária manutenção ou troca dos mesmos. Também tem gráficos e estatísticas de tráfego de dados e uso de disco, e backup para iSCSI e outras modalidades de armazenamento externo e em nuvem.</p>
<p>O FreeNAS também tem servidor FTP, DNS dinâmico, SSH, LDAP, VLANs e outras features muito interessantes para flexibilidade dentro da maioria dos ambientes e também para ter seus dados seguros e de maneira onipresente.</p>
<h4>Segurança na rede</h4>
<p>Sabe aquele roteador que existe na maioria dos escritórios (e provavelmente na sua casa também)? Pois é, ele oferece uma segurança mínima, mas que não é o suficiente. É possível violar essa segurança e fazer uma boa bagunça no ambiente de rede – basta que uma máquina tenha uma vulnerabilidade, um worm, ou um malware, pois eles abrem uma brecha para ataques.</p>
<p>Os antivírus funcionam, mas não impedem que os usuários cliquem “naquele link do e-mail que o banco lhe enviou” (e que obviamente é fake, mas o coitado não sabe). O que fazer? Adotar um firewall mais robusto seria o ideal e a opção lógica, mas o custo de soluções comerciais baseadas em appliances é de cerca de US$2,5 mil ou mais. Se o dinheiro é problema para você (ou para o seu cliente) e você busca uma solução de segurança confiável, existem algumas opções de distros para appliances de firewall muito interessantes – e que não demandam um hardware muito robusto, dependendo da quantidade de usuários na rede.</p>
<p>Uma das soluções é o <a href="http://www.endian.com">Endian</a>, uma distro para configuração de appliances de firewall, que tem Iptables, OpenVPN, DHCP, antivírus, proxy e várias opções de configuração de uso, permitindo inclusive a configuração de DMZ em wireless. Com ele é possível prover um access point com uma SSID exclusiva para visitantes da empresa e totalmente isolada do ambiente de rede. A versão Community é gratuita e pode ser usada tranquilamente em um ambiente corporativo, desde que seja usada uma CPU com pelo menos 4GB de RAM e um disco rígido grande o suficiente para armazenar os logs desejados (configuráveis).</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23616/44960.png" alt="" /> <em>Tela de administração do Endian Firewall Community</em></p>
<p>O Endian oferece estatísticas de banda de rede (com QoS) e logs de todas as formas &#8211; a mais útil é a detecção de intrusão, que permite que máquinas que estejam rodando malwares (como no exemplo acima) sejam identificadas pelo IP e possam até mesmo ter seus MAC addresses banidos manualmente (você isola o Mac address na interface administrativa do Endian) até que o problema seja sanado pelo suporte local. E uma coisa bem interessante é poder fazer o backup das configurações e logs para que, em caso de desastre, o Endian possa ser reinstalado e as configurações sejam refeitas em menos de meia hora.</p>
<p>Assim como o Endian, há outras distros para appliances de firewall: <a href="http://www.ipcop.org">IPCop</a> e o <a href="http://www.smoothwall.net">SmoothWall</a> – ambos têm features similares ao Endian, que aliás foi desenvolvido a partir delas.</p>
<h4>Solução “tudo-em-um”</h4>
<p>Se os recursos para compra de hardware são limitados (uma máquina para firewall, uma para o NAS e assim por diante), ainda assim é possível disponibilizar um appliance com todos os serviços de rede consolidados. Nem pense em colocar uma CPU velha rodando Windows e compartilhando pastinhas na rede – isso é ineficiente e uma “economia mal feita”, além de não ter segurança nenhuma e ser um pesadelo para o administrador. A maneira tradicional, via Linux, é instalar uma distro Desktop (por exemplo, o Ubuntu) com os serviços necessários (CUPS, Samba, IPTables, entre outros) e permissões de acesso. Mas e se houvesse uma maneira de fazer isso sem perda de tempo e de forma simples? Essa maneira existe e se chama <a href="http://www.zentyal.org">Zentyal</a>.</p>
<p>Ele é uma distro para appliances all-in-one baseada no Ubuntu. Com ela é possível configurar no mesmo servidor: um firewall com detecção de intrusão, um diretório (similar ao AD), um print server, um fileserver, um PABX (Asterisk), um firewall, groupware (plataforma ce colaboração on-line, backup, gerenciamento de domínios, publicação de intranets e muito mais. E o melhor: ele é totalmente flexível e expansível. Você só instala aquilo que vai usar, administra tudo via browser e pode, também, integrá-lo a uma floresta de servidores de diretório (AD) pré-existente.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/23616/44962.png" alt="" /></p>
<h4>Conclusão</h4>
<p>Os puristas podem torcer o nariz para estas soluções prontas e preferirem configurar tudo sozinhos. Não tenho nada contra essa prática, mas isso gera custo, devido ao tempo gasto na configuração e manutenção (o famoso dilema “make or buy”), além de deixar o usuário “escravo” de alguns profissionais que instalam coisas que “só eles conhecem”. Penso que, eticamente, o que importa é a transparência para com o usuário, o custo (e isso envolve tempo gasto na configuração) e eficiência, que se revertem em satisfação do cliente – e indicações.</p>
<p>Open-source funciona e há cases de empresas grandes usando as soluções descritas aqui – basta olhar os sites dos desenvolvedores para ver que é possível usar muito bem essas soluções. Eu uso no meu dia-a-dia e recomendo-as conforme as necessidades dos meus clientes.</p>
<p>Já está na hora de “sair da caixa”, dar uma espiada em volta e conhecer coisa nova, porque aquelas soluções que já conhecemos bem – e custam caro – podem não oferecer aquilo que open-source já oferece hoje. Experimentar open-source é bom, é de graça e traz conhecimento!</p>
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		<title>Twitter armazena dados de usuários por 18 meses</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carolyn Penner]]></category>
		<category><![CDATA[Olhar Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo uma reportagem do site Electronista, o Twitter admitiu que guarda informações de smartphones de usuários por pelo menos 18 meses após eles usarem a função &#8220;procurar amigos&#8221; do aplicativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo uma reportagem do site <a href="http://www.electronista.com/articles/12/02/14/company.criticized.for.holding.data/">Electronista</a>, o Twitter admitiu que guarda informações de smartphones de usuários por pelo menos 18 meses após eles usarem a função &#8220;procurar amigos&#8221; do aplicativo móvel do microblog.</p>
<p>Os dados são armazenados nos servidores internos do Twitter e incluem informações como nome, endereço de e-mail e número de telefone. O principal problema é que os usuários não são notificados pelo Twitter a respeito desse armazenamento. O aplicativo apenas diz que vai &#8220;verificar os contatos para buscar pessoas que já estão no Twitter&#8221;.</p>
<p>Carolyn Penner, representante do Twitter, afirmou que uma futura atualização do aplicativo virá com uma notificação para evitar qualquer problema sobre a verificação e o armazenamento das informações. &#8220;Queremos ser transparentes na nossa comunicação com usuários&#8221;, disse Penner.</p>
<p>As versões para Android e para iOS do aplicativo do Twitter serão atualizadas com as novas informações, mas a disponibilização delas não foi detalhada.</p>
<p><em>Com informações de <a href="http://olhardigital.uol.com.br/jovem/redes_sociais/noticias/cuidado-twitter-armazena-dados-de-usuarios-por-18-meses">Olhar Digital</a></em> </p>
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		<title>Diagnosticando a revolução cognitiva</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leoweb</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pico Iyer]]></category>

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		<description><![CDATA[A revolução da informação veio sem manual de instrução &#8211; Pico Iyer &#8211; da coleção. Cientificamente falando, é preciso criar parâmetros mais claros para realizar as medições necessárias para caracterizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A revolução da informação veio sem manual de instrução &#8211; Pico Iyer &#8211; <a href="http://nepo.com.br/2010/06/09/as-ultimas-frases/">da coleção</a>.</p></blockquote>
<p><img alt="" src="http://conteudo.imasters.com.br/23598/44836.jpg" /></p>
<p>Cientificamente falando, é preciso criar parâmetros mais claros para realizar as medições necessárias para caracterizar uma revolução cognitiva.</p>
<p>É preciso alinhar conceitos e fatos para formar uma teoria que nos ajude a diagnosticar melhor o fenômeno.</p>
<p>É, assim, necessário:</p>
<ul>
<li>Com novos parâmetros e conceitos, aferir se estamos, ou não, em um fenômeno global que podemos chamar de revolução cognitiva;</li>
<li>Qual teria sido a última precisamente para não confundi-la com mudanças similares (porém distintas) anteriores. Dessa forma, é possível comparar com mais precisão causas e consequências;</li>
<li>Além disso, detalhar que parâmetros são necessários para que possamos diagnosticar com mais e exatidão uma próxima quando surgir.</li>
</ul>
<p>Podemos já com as pesquisas e as reflexões realizadas identificar alguns fatos que evidenciam o fenômeno. Estamos e estaremos em uma revolução cognitiva quando houver:</p>
<ul>
<li>Surgimento de tecnologia cognitiva com capacidade de reduzir drasticamente o custo da circulação de ideias;</li>
</ul>
<p>A chegada do papel impresso em 1450 e da Internet agora trazem claramente essa redução.</p>
<ul>
<li>A clara dificuldade das instâncias de poder estruturadas de controlar a nova forma de circulação de ideias;</li>
</ul>
<p>A chegada do papel impresso em 1450 e da Internet agora trazem claramente esse descontrole.</p>
<ul>
<li>Surgimento de tecnologia cognitiva que aumenta radicalmente a taxa de circulação horizontal de ideias;</li>
</ul>
<p>A chegada do papel impresso em 1450 e da Internet agora trazem claramente esse aumento.</p>
<ul>
<li>Que seja um fenômeno de escala global (de quase todos os países), e não regional.</li>
</ul>
<p>A chegada do papel impresso em 1450 e da Internet agora ocorreram nessa escala.</p>
<p><img alt="" src="http://conteudo.imasters.com.br/23598/44838.jpg" /></p>
<p>E quais seriam, assim, os parâmetros para a próxima?</p>
<p>Os mesmos quando esses fatores juntos ocorrerem juntos novamente.</p>
<p>Tais parâmetros nos ajudam a evitar comparar o fenômeno atual com outros do passado com características distintas, errando no diagnóstico e, principalmente, nas suas mais prováveis consequências.</p>
<p>O debate científico para se evitar labirintos teóricos em torno do fenômeno deveria assim:</p>
<p>Avaliar se os fatos que ocorrem hoje são os mesmos que os parâmetros apresentados por diversos autores que discutem o fenômeno. Caso não, que outros fatos são relevantes, por que e quais?</p>
<p>Quando ocorreram de forma similar no passado além de 1450? Quando?</p>
<p>Assim, ganha-se tempo, evitando discussões estéreis e passa-se a ganhar tempo dos pesquisadores para aprofundar o que a sociedade, urgentemente, necessita.</p>
<p>Que dizes?</p>
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