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Sua ideia é horrível! Agora vá colocá-la em prática mesmo assim

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

“Minha ideia ainda não está boa o suficiente”, me disse um amigo que está pensando em começar sua própria empresa. Ele está esperando a ideia estar completamente fechada antes de tomar a iniciativa.

Novidade: sua idéia provavelmente é horrível, e isso não importa, porque o seu negocio provavelmente irá acabar sendo algo completamente diferente.

Soa estranho? Vejamos.

Em 1998, uma empresa recebeu US$ 4,8 milhões em fundos para “transmitir dinheiro entre Palm Pilots.”  Irei nomear esse produto: MoneyBeamer.

Aqui está a pegada: Alice quer dar algum dinheiro a Bob, mas ela não tem dinheiro nem seu talão de cheques. Não tem nenhum caixa 24h por perto. Alice e Bob possuem palm pilots e ambos instalaram previamente o MoneyBeamer e, apesar de terem esquecido todas as maneiras normais de se transferir dinheiros, eles se lembraram de trazer seus palm pilots. O MoneyBeamer irá permitir que Alice envie dinheiro a Bob e, uma vez que a Alice chegar em casa e conectar seu Palm Pilot ao seu computador e se conectar à Internet, o MoneyBeamer irá contatar um servidor e transferir o dinheiro, uma vez é claro que Alice tenha o dinheiro e não mude de ideia secretamente nesse meio tempo.

Você teria investido neles? Não com uma ideia dessa. Mas você estaria errado – esse era o PayPal. O trabalho deles com criptografia combinado com uma ideia de sistema de banco online com foco no consumidor facilitou o envio de dinheiro… por e-mail. Eles foram vendidos para o eBay por US$ 1,3 bilhões e atualmente representam um dos maiores sucessos no setor.

Tenho certeza de que você não irá reconhecer essa sensação baseada na web:

Esse é o Game Neverending: um jogo online com vários jogadores “sem ter como ganhar ou qualquer definição de sucesso.” (Parece com muitas empresas Web 2.0 na minha opinião). Ele nunca viu a luz do dia.

O que era mais interessante (para seus testadores alfa) era que as pessoas podiam compartilhar os objetos do seu jogo ao arrastá-los para as janelas de chat. Eles viam isso como uma melhoria para as aplicações de chat em geral, então quando os planos para o jogo foram por água abaixo, os engenheiros criaram uma aplicação Flash para chat em tempo real mais o compartilhamento de arquivos com uma ênfase em particular em compartilhamento de imagem.

Infelizmente, a aplicação em Flash era somente em tempo real – suas fotos não eram mantidas quando você o fechava. E isso foi fatal, porque as pessoas estavam mais interessadas na parte do compartilhamento do que na parte do tempo real. Então, em outra mudança, eles reescreveram a aplicação em Flash como um website normal, e nasceu o Flicker. Agora ele é o maior site de compartilhamento de fotos no mundo.

Claro que um discurso como este não estaria completo sem uma autodepreciação, então vamos acompanhar o Fantasma dos Natais Passados aos anuais da minha própria empresa, Smart Bear. Minha primeira ideia foi um produto chamado Code Historian; ele era capaz de “cavar” através da historia de um arquivo e mostrar a você o que tinha mudado. Nome preciso, mas ele acabou se mostrando quase inútil.

Como um adolescente, a empresa passou por fases embaraçosas (me perdoe as imagens quebradas, essa é a maneira da Way Back Machine):

1.    Mar 24, 2003: Medonho. ”Faça uma coisa e faça mal.”
2.    Dez 22, 2003: Feio demais. ”Três produtos… isso é o suficiente para uma Suíte?”
3.    Out 10, 2004: Podre. ”Tudo acima da dobra, o mais caro primeiro.”
4.    Jan 11, 2006: Chegando lá. ”Você realmente precisa de um designer gráfico. Realmente.”
5.    Set 10, 2007: Não está ruim. ”Pelo menos você admite que o ‘code review’ é o que realmente importa.”
6.    Dias atuais: Legal. ”Ei, para onde foram aqueles outros produtos?”

Em um certo ponto, nós estávamos vendendo seis ferramentas diferentes; a única coisa que importava no final era o Code Reviewer. Talvez um screenshot irá clarear isso:

A questão aqui não é censurar ninguém pelas suas ideias ruins. Na verdade, é justamente o oposto – a questão é que não importa qual é sua primeira ideia. Primeiro, ela está provavelmente errada. Segundo, a única maneira de encontrar a certa é tentar a errada e ver o que acontece. Você não vai encontrá-la brincando com os slides do PowerPoint e mock-ups do Photoshop.

Então vá em frente e cometa alguns erros! Como Neil Davidson disse:

Você não precisa de um crescimento estratosférico e um mercado de um bilhão de dólares endereçável para iniciar uma empresa de software. Uma oportunidade de mercado de US$ 50 mil é o suficiente para te tirar do chão – uma vez que você tiver começado, você saberá o que fazer em seguida. 

(Neil é o cofundador do Red Gate. Ele começou como outro sistema de rastreamento de bug online para o qual ninguém ligava, e agora é um fornecedor popular de boas ferramentas de bancos de dados SQL com 95 mil clientes como crédito). 

Texto original disponível em http://blog.asmartbear.com/your-idea-sucks-now-go-do-it-anyway.html

Twitter libera TextSecure como código aberto

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

O Twitter liberou o código para a aplicação TextSecure da Whisper Systems como código aberto. A medida é o primeiro passo para liberar todo o software desenvolvido pela Whisper Systems como open source.

A empresa anunciou em seu blog de desenvolvedor que o código para TextSecure – um cliente seguro de mensagens de texto para Android que substitui o app padrão do sistema operacional para mensagens de texto e criptografa todas as mensagens – é a primeira parte do código a ser disponibilizado.

No anúncio, Chris Aniszczyk, Gerente da área Open Source do Twitter, disse que pretende liberar todo o código Whisper Systems, mas quer primeiro garantir que o cumprimento dos requisitos legais, e que seja bem aceito pela comunidade open source.

A Whisper Systems, fundada por Moxie Marlinspik e especializada em software de segurança para o sistema operacional Android, foi adquirida pelo Twitter em novembro deste ano.

Com informações de The H

Como usar paginação nas suas buscas à API do BuscaPé

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

Para usarmos a paginação dos resultados das buscas obtidas através da API do BuscaPé, precisamos, inicialmente, entender os primeiros atributos dados ao XML retornado. Para exemplificar, usaremos o serviço findProductList para mostrar esses atributos e entendê-los, buscando produtos pela categoria 77, referente a celulares e smartphones.

http://sandbox.buscape.com/service/findProductList/3632333979555075416e6f3d/?categoryId=77

Observem a primeira linha e suas especificações:

<Result xmlns="urn:buscape" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"
  • page=”1” = É o número da página atual. Nesse caso, estamos na primeira página;
  • totalPages=”89” = Retornando 16 resultados por vez, temos possíveis 89 páginas para essa busca;
  • totalResultsReturned=”16” = Total de resultados retornados por página;
  • totalResultsAvailable=”1410” = Total de resultados no geral, somando todos os produtos que podem ser retornados e visualizados através desta pesquisa.

Para obtermos os resultados dos produtos da próxima página ou outra, podemos passar o parâmetro page na URL indicando qual a página.

http://sandbox.buscape.com/service/findProductList/3632333979555075416e6f3d/?categoryId=77&page=2

Assim, você, desenvolvedor, pode facilmente criar uma listagem de produtos e/ ou ofertas e aplicar paginação nos resultados obtidos.

Menu do ASP.NET abrindo com clique

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

Hoje vou mostrar como deixar o menu do ASP.NET funcionando apenas com o clique. Isto é, só irá abrir quando o usuário clicar sobre o botão do menu, ao contrário do padrão, que abre enquanto o cursor do mouse passar sobre ele.

Eu já mostrei como montar o menu com as informações do banco de dados. Agora, vou mostrar como personalizá-lo na hora do clique.

Depois de montar o menu de forma dinâmica, um método javascript é acionado para mudar a configuração colocando a propriedade onmousover.

<asp:Menu ID="menuSistema" runat="server" DisappearAfter="4000" EnableTheming="false" Orientation="Horizontal" Height="10px" Font-Names="Arial" Font-Bold="true">

<StaticMenuItemStyle ForeColor="Black" HorizontalPadding="5px" Height="15px" BorderWidth="1px" BorderColor="Transparent" Font-Size="11pt" />

<StaticHoverStyle BackColor="Transparent" CssClass="staticHoverStyle" ForeColor="#ffffff" BorderColor="#f8f8f8" BorderWidth="1px" />

<StaticSelectedStyle BackColor="#d4d4d4" ForeColor="#ffffff" BorderColor="Transparent" BorderWidth="1px" />

<DynamicMenuStyle BackColor="#f5f5f5" ForeColor="#ffffff" BorderColor="#b4b4b4" BorderWidth="1px" />

<DynamicMenuItemStyle Height="28px" HorizontalPadding="15px" Width="100%" Font-Size="10pt" ForeColor="#666666" Font-Bold="false" />

<DynamicHoverStyle ForeColor="#ffffff" CssClass="dynamicHoverStyle" BackColor="Transparent" />

</asp:Menu>

Esse código é a parte do HTML usando o componente asp:Menu. Coloquei alguns estilos no menu para melhorar o visual.

Passando para a parte de javascript, para pegar o componente na parte de HTML preciso usar o GetElementById.

var obj = document.getElementById("<%=menuSistema.ClientID %>");

O valor do getElementById é o nome do meu componente, adicionando ponto ClientID. Esse nome é o que aparece junto ao HTML e aberto a linguagens de interpretação.

Depois eu faço um for verificando se o menu é diferente do Sair e adicionando o atributo onmouseouver.

for (i = 0; i < Links.length; i++) { if (Links[i].href != "javascript:Sair();") { Links[i].href = "javascript:Menu_HoverStatic(ctl00_menuSisteman" + i.toString() + ")";  var obj = document.getElementById("ctl00_menuSisteman" + i.toString());  obj.setAttribute("onmouseover", "void(0)");  }}

Note que o link é verificado e no final o atributo é adicionado dinamicamente ao menu. O onmouseover com valor void(0) não faz nada quando o cursor do mouse passa em cima do menu. Bem simples, não?

Não se esqueça de chamar o método no final da página onde está o menu, no meu caso na página .Master.

Segue abaixo todo o código emulado por mim.

<script type="text/javascript">        function AlterarMenu() {            var obj = document.getElementById("<%=menuSistema.ClientID %>");            var Links = obj.getElementsByTagName("a");            //alert(Links.length);            for (i = 0; i < Links.length; i++) {                alert(Links[i].href);                if (Links[i].href != "http://endereco/Logoff.aspx") {                    Links[i].href = "javascript:Menu_HoverStatic(ctl00_menuSisteman" + i.toString() + ")";                    var obj = document.getElementById("ctl00_menuSisteman" + i.toString());                    obj.setAttribute("onmouseover", "void(0)");                }            }        }        function MouseOverMenu(obj) {            obj.className = "MenuMouseOver";        }        AlterarMenu();    </script>

O link verificado não terá o atributo onmouseover quando for a página de logoff.aspx. Essa parte você precisa programar e alterar de acordo com o seu site ou sistema. Em resumo, se você precisa retirar a propriedade onmouseover de alguma página, faça essa verificação no javascript como fiz no código acima.

Veja a figura abaixo que mostra o resultado final.

Na imagem acima, ao passar o cursor do mouse pelo menu não faz aparecer os submenus. Antes, ao passar o mouse apareciam todos os outros.

A segunda imagem ilustra que, ao clicar, aparece todos os submenus sem qualquer problema.

Espero ter ajudado com mais este artigo. Qualquer dúvida, entre em contato.

Até o próximo!

Celular é o novo agente de inclusão digital no Brasil

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

De acordo com a décima edição da pesquisa F/Radar, realizada semestralmente pela F/Nazca em parceria com o Datafolha, 29,5 milhões de brasileiros com mais de 12 anos costumam se conectar à internet em movimento, a maior parte deles (74%) pelo telefone celular. Desde a última medição, de abril deste ano, o crescimento foi de 7%.

Os números mostram que os dispositivos móveis empataram tecnicamente em segundo lugar com locais de acesso pago à rede, como lan houses, que até abril de 2010 figuravam em primeiro. Desde então, a principal forma de conexão é a doméstica, feita habitualmente por 43,5 milhões de brasileiros.

O crescimento da navegação móvel aconteceu principalmente nas classes A, B e C e entre pessoas de 12 a 34 anos, exatamente os estratos que diminuíram o acesso em lan houses. Entre eles, houve um aumento no número de pessoas que acessa a internet diariamente.

O levantamento também identificou que 79% dos que se conectam via internet móvel o fazem através de planos pré-pagos de telefonia, e que 16% dos internautas móveis, ou seja, 5 milhões de pessoas, já fizeram compras usando o recurso.

“O potencial de toda e qualquer marca perambular dentro do bolso de milhões de brasileiros saltou rapidamente, entre outros fatores, graças ao recente barateamento da internet móvel pré-paga. Quem quiser se comunicar no mundo virtual vai ter de falar cada vez mais e melhor pelo celular”, projeta José Porto, diretor nacional de Planejamento da F/Nazca.

A agência realiza a pesquisa sobre internet desde 2007. No levantamento de agosto de 2011 foram, feitas 2,5 mil entrevistas em 152 municípios.

A pesquisa completa pode ser visualizada aqui (pdf).

Implantação de redes sociais digitais corporativas é mudança de processo

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

As redes sociais não são coisas diferentes das empresas; são o futuro das empresas – Nepô – da safra 2011.

É muito mais difícil imaginar implantar redes sociais digitais corporativas dentro de uma organização que não se vê como uma grande rede.

Dessa maneira, consideram que a organização é uma coisa e o movimento das “redes sociais” lá fora ou iniciativas isoladas dentro da própria empresa são outra.

Como se as redes sociais fossem um terráqueo fantasiado de alienígena, que um belo dia vamos descobrir que são terráqueos!

Redes sociais são vistas como um corpo estranho, e não algo a ser alcançado.

Não compreendem, portanto, que hoje é o passado, e o modelo de gestão das redes sociais é o futuro.

Quantos analisam dessa forma?

Poucos, muito poucos…

Como a fábula do Patinho Feio, que se acha feio por que é pato, mas, no fundo, era ganso.

Ou seja, as redes sociais não são coisas diferentes das empresas; são o futuro das empresas. A nova forma de operar! É difícil cair essa ficha!

É importante alinhar a visão: empresas são redes, hoje que operam de uma maneira e vão evoluir para operar de forma mais eficiente como os adolescentes têm demonstrado fortemente pela Internet.

Sim, não será a mesma coisa, mas algo bem parecido!

Se tudo é rede, como detalhei aqui, as redes sociais digitais corporativas serão um upgrade nas redes atuais, através da implantação de uma nova cultura de controle mais horizontal, pois as empresas estarão apenas se aprimorando, bastante é verdade, mas nada mais do que isso.

Como disse, é preciso, então, re-radiografar a organização com outros olhos, analisando-a como uma grande rede que inicia um projeto de migração de um modelo cultural analógico, de controle mais rígido e centralizado para outro mais digital menos rígido e mais descentralizado.

Esse é o calcanhar de Aquiles do futuro!

Nessa direção, podemos classificar três tipos de redes na organização, sobre o ponto de vista dos objetivos: de ação, de conhecimento e de relacionamento.

Pois bem, quando vemos o processo de implantação de redes sociais digitais corporativas, podemos dizer que as pessoas atuam e acham que todo o processo começa e termina na implantação de redes de conhecimento e relacionamento.

Implantam redes sociais digitais corporativas internas e externas para fazer tudo, menos mudar a forma de como operam, pois consideram tudo um grande folclore e não uma mega-oportunidade para os negócios.

Sim, tem sido difícil essa passagem, pois são dois modelos culturais tão diferentes, que torna-se quase impossível fazer a migração de forma gradual, talvez o grande desafio do atual processo de desintermediação. Como implantar algo que é diametralmente oposto ao que estamos acostumados?

O desafio é escolher bem processos que possam ser passados para a nova cultura, tais como projetos novos e isolados na cultura de controle analógico da organização.

Uma opção pode ser a criação até de uma nova organização, começando tudo do zero, com modelos de startups criadas para substituir, aos poucos, os antigos métodos.

Viagem?

Porém, são raros os que enxergam que a implantação de redes sociais digitais corporativas é basicamente uma nova forma de trabalhar, alterando todos as redes corporativas atuais, incluindo também as de ação.

No projeto que fiz para um cliente ano passado, por exemplo, um dos participantes da geração mais nova perguntou se a de implantação de blogs corporativos em curso era só uma iniciativa de comunicação (rede de relacionamento/conhecimento) ou mudança de processo (rede de ação)?

O objetivo, respondi, era o de chegar à mudança de processos, mas como chegar nisso sem o apoio total da alta direção?

Tínhamos ali um método de guerrilha cultural: como detalhei aqui.

Hoje, internamente, os projetos testados são mais na linha de comunidades de prática (conhecimento), espaços de troca/comunicação (relacionamento). Ou, na parte externa, de redes de relacionamento, mas sem alterar os processo de produção e de co-criação com colaboradores, fornecedores e consumidores.

É como se tentassem colocar dois elefantes para morar dentro de um mesmo fusca!

E deixam as redes de ação, que são quase 80% dentro de uma organização para depois, ou acham que não se deve pensar nesse campo, pois rede social é uma coisa, e trabalho é outra!

É um dos principais enganos.

Entretanto, ao analisarmos o movimento cultural que estamos passando e as redes corporativas de hoje, vemos que é um ganho enorme de tempo e de custo pensarmos em redes corporativas que mudem os processos das organizações, e não apenas relacionamentos e conhecimentos.

O difícil é que as redes sociais corporativas digitais que mudam a ação implicam justamente em uma mudança de cultura, mexem com o controle das ideias e, em última instância, com a estrutura de poder.

Não podem ser implantadas no meio de processos.

Ou seja, não é possível em um processo que começa em “A”, passa por “B” e vai para “C”, por exemplo, implantar uma rede social em “B”, pois vai haver problemas em “A” e “C”, que não vão conseguir se comunicar, pois são maneiras de pensar e resolver problemas diferentes.

Assim, a missão de um agente de mudança é ter consciência de que a implantação de redes sociais corporativas digitais é uma mudança global nos processos da empresa, tanto nas ações e processos, quanto na forma de gerir o conhecimento, quanto na maneira de se estabelecer o relacionamento.

Como premissas podemos dizer que:

a) deve-se escolher redes de ação que permitam trabalhar com processos de início/meio/fim em que toda a cultura possa ser prática e não apenas em uma parte, pois não é possível duas culturas operarem na mesma direção;

b) estudar até a criação de startups, quando possível;

c) não deixar que o processo seja visto apenas como uma melhora de relacionamento ou de conhecimento, pois é uma parte pequena do todo;

d) quando fazem nessa linha, as pessoas começam a dizer o seguinte: ou eu trabalho ou eu colaboro, pois as redes sociais entram de apoio e não mudando processos.

Que dizes?

Android ultrapassa 700 mil ativações diárias, diz Google

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

De acordo com Andy Rubin, vice-presidente sênior de engenharia do Google, diariamente são feitas mais de 700 mil ativações do sistema operacional Android.

O executivo fez o anúncio sobre as ativações por meio de seu Twitter e perfil no Google+. Rubin também explicou que a empresa considera somente uma ativação por aparelho, portanto, não são contabilizadas as ativações feitas em aparelhos adquiridos de terceiros.

Em julho, o Google anunciou que as ativações do Android passavam de 550 mil por dia. Em maio, esse número era de 400 mil. A empresa também anunciou em novembro de 2011 que ativou mais de 200 milhões de aparelhos com Android.

Enquanto isso, a loja virtual do sistema operacional, a Android Market, chegou a 10 bilhões de aplicativos baixados em dezembro do mesmo ano.

Com informações de Info

iMasters Report 21/12/2011

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

Google e Mozilla renovam acordo de pesquisa no Firefox. Tecnologia NFC ganha espaço em 2011. Vulnerabilidade zero-day é descoberta no Windows 7. Nova versão do VirtualBox traz correções para suporte 3D.

HTML5 estará presente em 15% dos dispositivos móveis em 2012

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

De acordo com dados da consultoria Strategy Analytics, a venda global de celulares que rodam a linguagem HTML5 deve crescer de 336 milhões para 1 bilhão de aparelhos até 2013.

A tecnologia permite a visualização de conteúdos e serviços móveis sem que o usuário precise baixá-los das lojas de aplicativos como a App Store, da Apple. Para o acesso, é utilizado o próprio navegador de internet e criado um atalho na tela inicial do aparelho.

O crescimento está ligado ao interesse dos fabricantes em deixar seus aparelhos compatíveis com conteúdos crescentes envolvendo a tecnologia, como jornais, revistas e serviços. Atualmente, aparelhos como iPhone 4 e 4S, da Apple, e Galaxy Tab, da Samsung, já aceitam a tecnologia.

Segundo a IDC, 15% dos novos programas para aparelhos móveis serão feitos em HTML5 em 2012, que serão rodados em tablets, celulares e TVs conectadas.

“Essa linguagem está crescendo principalmente como alternativa às tradicionais e inflexíveis lojas de aplicativos, como a App Store”, afirmou Nick Dillon, analista da consultoria britânica Ovum.

A Apple retém 30% do valor das vendas dos aplicativos colocados em sua loja, e os desenvolvedores começam a descobrir no HTML5 uma nova forma de apresentar seus programas.

Com informações de Convergência Digital

Versão 6.2 do Oracle Linux e CentOS está chegando

Dec 22, 2011   //   by leoweb   //   Imasters  //  No Comments

Duas semanas depois do lançamento do Red Hat Enterprise Linux 6.2, a Oracle completou seu clone do RHEL, o Oracle Linux 6.2, que implementa novas características do RHEL 6.2. A Oracle adicionou seu próprio Unbreakable Enterprise Kernel como kernel padrão da distribuição. Comparado com o kernel padrão do RHEL, este oferece um melhor balanceamento de IRQ, I/O de rede, e gerenciamento de memória, bem como o sistema de arquivos para cluster OCFS2. Uma visão geral das melhorrias do Oracle Linux 6.2 está disponível nas notas de lançamento, que você pode ver aqui.

O projeto CentOS também completou a versão 6.2 de seu clone gratuito do RHEL. Com este lançamento, os criadores do CentOS alcançaram o desenvolvimento do RHEL muito rápido – o CentOS 6.1 só foi disponibilizado uma semana atrás, seis meses depois de seu lançamento.

O release de lançamento pode ser baixado de um mirror local, por meio de torrents (arquivos de torrent em DVD para sistemas de 32-bit e 64-bit).

Com informações de Notícias Linux

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December 2011 Archives « Leoweb - Web designer Leoweb – Web designer